Ana Laura & Rapha - Engagement Photoshoot MA

August 22, 2018

This is gonna be a big post but I hope you enjoy it. I warn you to go till the end. I got a little bit excited but I guarantee that will be worth.  / Esse será um grande post, mas espero que você curta. Vou avisando para ir até o final. Eu me empolguei um pouco, mas te garanto que valerá a pena.

 

Ana:

 

- "We grew up together. The transition from friends to love interest was both subtle and sudden. It happened slowly but also all at once. First he was my brother’s best friends. He’d come over to our house to hangout with them and I’d leave them to themselves. I’d hear them have lego battles, or video game tournaments, or see them play outdoors, but we were both kind of just kids in each other’s backgrounds. He made his way into my peripherals during our teenage years, when we grew out of our cooties and it became socially acceptable for girls to interact with boys. Our relationship was not personal to just us, It was shared with a group of friends who also were growing up together, including his and my siblings. Raph no longer came over to our house just to hangout with my brothers, he came for game nights or movie nights and we all interacted with each other. So we all became friends, and all got to know each other, and all participated in growing up together. Then one day, suddenly, Raph had a conversation with me. It was just he and I, finally meeting each other after about 18 years. And I liked what he had to say so I listened, and when I spoke I liked that he listened and responded. And just like the little prince tamed the fox by returning everyday at four in the afternoon, we both couldn’t help ourselves from coming back for more conversations. That’s how we became captivated. One day after about only a few months of our never ending conversation, I discovered that I had fallen in love. At the time I was way too young to know what to do with such an immense discovery. Looking back at our journey since that day makes me certain that God likes the idea of us being together, because through our mistakes and batterings of our relationship, God guarded our love until we were both fully grown and ready to use it according to his will and purpose. We are blessed to share a history that stretches past our birth, and blessed to have a relationship built on a truly solid foundation. I fell in love with all of Raph as he fell in love with all of me: With what we saw of Jesus in each other, with our history, with our differences, with our commonalities. And so we’ve decided to “become responsible, forever, what [we] have tamed.”“For me you're only a little boy just like a hundred thousand other little boys. And I have no need of you. And you have no need of me, either. For you I'm only a fox like a hundred thousand other foxes. But if you tame me, we'll need each other. You'll be the only boy in the world for me. I'll be the only fox in the world for you....” ― Antoine de Saint-Exupéry, The Little Prince

 

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- "Nós crescemos juntos. A transição de amigos para o interesse amoroso foi sutil e repentina. Aconteceu devagar, mas também de uma só vez. Primeiro ele era o melhor amigo dos meus irmãos. Ele vinha a nossa casa para ficar com eles e eu os deixava la. Eu os ouvia em batalhas legoístas, ou em torneios de videogame, ou os via jogando ao ar livre, mas éramos apenas crianças uns para os outros. Ele entrou nos meus mais na minha vida durante a nossa adolescência, quando crescemos com as nossas paixões e tornou-se socialmente aceitável que as meninas interagissem com os rapazes. Nosso relacionamento não era pessoal para nós, era compartilhado com um grupo de amigos que também estavam crescendo juntos, incluindo seus e meus irmãos. Raph não veio mais para a nossa casa apenas para sair com meus irmãos, ele veio para noites de jogos ou noites de cinema e todos nós interagíamos uns com os outros. Então todos nós nos tornamos amigos, todos nos conhecemos e todos participaram do crescimento um dos outros. Então, um dia, de repente, Raph teve uma conversa comigo. Foi só ele e eu, finalmente nos conhecendo depois de 18 anos. E eu gostei do que ele tinha para dizer, então eu escutei, e quando falei, gostei que ele ouviu e respondeu. E assim como o principezinho domou a raposa voltando todos os dias às quatro da tarde, nós dois não podíamos nos impedir de voltar para mais conversas. É assim que nos cativamos um pelo outro. Um dia depois de apenas alguns meses de nossa interminável conversa, descobri que me apaixonei. Na época, eu era jovem demais para saber o que fazer com uma descoberta tão imensa. Olhando para trás em nossa jornada desde aquele dia, tenho certeza de que Deus gosta da ideia de estarmos juntos, porque através de nossos erros e batalhas do nosso relacionamento, Deus guardou nosso amor até que ambos estivéssemos totalmente crescidos e prontos para usá-lo de acordo com sua vontade e propósito. Somos abençoados por compartilhar uma história que vai além do nosso nascimento e abençoados por termos um relacionamento construído sobre uma base verdadeiramente sólida. Eu me apaixonei por tudo de Raph quando ele se apaixonou por mim: Com o que vimos de Jesus um no outro, com nossa história, com nossas diferenças, com nossos pontos em comum. Então, decidimos “tornar-nos responsáveis, para sempre, pelo que nós domamos”. “Para mim, você é apenas um garotinho como cem mil outros garotinhos. E eu não tenho necessidade de ti. E você também não precisa de mim. Para você eu sou apenas uma raposa como cem mil outras raposas. Mas se você me domar, precisaremos um do outro. Você será o único garoto do mundo para mim. Eu serei a única raposa do mundo para você..." ― Antoine de Saint-Exupéry, O Pequeno Principe

 

 

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